27 de set. de 2013

Lil Bub Art Show | Gato Geek



Lil Bub vira exposição de Arte

Um tema que recheia a internet mundial, atualmente, são os Celebri-Gatos. Os gateiros internautas agradecem esta estatística crescente de felinos que saem do anonimato, pelo grau de fofurice extrema que estes pets demonstram, além de muitos deles serem um exemplo de superação. Este é o caso da gatinha Lil Bub.

Meu primeiro obstáculo foi escolher 1 foto [apenas!] da pequena notável, que resumisse como ela é graciosa e espirituosa, com suas mil caras e bocas. Não foi possível eleger uma imagem apenas, pois então, optei por um pot-pourri delas.


Lil Bub

A vida de Lil Bub não começou suave, já que a bebê-Bub nasceu com uma multiplicidade de anomalias genéticas e problemas: nanismo, polidactilia, desproporção dos maxilares, atrofia pulmonar e dos membros, dificuldades de locomoção, não desenvolvimento de dentição [sim, Bub é 100% banguela!], dentre outros perrengues. Mas, adivinhem? Encontrou um adotante que cuidou dessas questões todas desde sua tenra infância e ela pode conviver com suas características de forma positiva - ela é tratada como uma Rainha!


Uma das características provocadas pelos desvios genéticos de Lil Bub é que ela sempre terá aparência de filhote.

Assim, como uma celebridade legítima e digna de seu trono - ela é defensora dos animais de rua e com necessidades especiais, mesmo antes de ser famosa - a mini-gata já tem um programa, um filme, um livro e neste mês [Setembro de 2013] foi tema de uma exposição de Arte internacional. Através destas mídias, Bub celebra que "ser diferente é melhor", encoraja a adoção, castração dos pets e clama para que todos ajudem instituições que cuidam dos animais carentes. Ela mesma, até a data de hoje, arrecadou mais de 60.000 dólares para entidades com este propósito.




A Galeria Spoke Art recebeu obras originais de pintores, escultores, joalheiros, bordadores, ilustradores, de mais de 60 artistas dos 4 cantos do mundo, e parte da verba de suas vendas - obviamente, senão Bub ficaria muito brava - será revertida para o Abrigo de Animais 'The San Francicso SPCA'.


Cartaz oficial da exposição de Arte de Lil Bub - pintura "Big Bub" de Casey Weldon

Agora chegamos ao ponto do meu segundo grande obstáculo para este post - escolher as melhores obras inspiradas nesta pequena felina de grandes olhos e personalidade. 


Lil Bub e seu dono na abertura da exposição, em que ela compareceu - adora viajar, principalmente se for de avião!



























Os variados artistas souberam ilustrar claramente a informação que Lil Bub, com todas as suas peculiaridades, parece e pode ser um gato de outro planeta! Essa etezinha, portanto, é um modelo de solidariedade para com os seus amigos animais e uma referência para os humanos.

Exatamente amanhã [28], a mostra acaba, infelizmente... mas felizmente, gracias à cativante gatinha, toda a sua arrecadação será contabilizada e uma parcela será doada para as boas ações da SPCA!

As obras mostradas acima, por ordem de exibição:
Johannah O’Donnell – “Natural Science I & II”
Brianna Angelakis – “Lil Bub Takes Flight” 
Kim Gordon – “A Perfect Flower”
Mike Mitchell – “Lil Bub”
Edith Lebeau – “Lil Bub loves her space yogurt”
Ken Garduno – “Lil Space Bub”
Lauren Gregg – “God Don't Make No Junk”
Jesse Riggle – “What Big Eyes You Have”
Arabella Proffer – “Supersonic Space Princess”
Isabel Samaras – “Lil Bub's Moonlight Ride”

Quer ver todas as peças da exposição "Lil Bub Art Show"? Navegue aqui:


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Trinity
Adote 1 Bigode: http://on.fb.me/178f82f












Cine Cat Sitter

Quem é gateiro sabe o quanto é difícil sair de férias e deixar nossos bichanos em casa sozinhos, ou em hotéis-pet. Alguns deles têm espaço e estrutura para deixar o animal solto, mas na maioria, o gato fica preso em uma gaiola! Levar o gatinho para viajar só é recomendado se ele já  está acostumado a ser transportado para outros locais - assim é mais fácil que ele se adapte.




Cães se adaptam rapidamente a ambientes diferentes. Já, nossos bichanos sentem insegurança em locais desconhecidos. O gato, por ser um animal territorialista, fica agitado com sons e cheiros diferentes, pois conhecer e controlar o ambiente em que estão, faz parte da sua natureza.

Esse assunto, inclusive, já foi abordado aqui no Tudo Gato:
http://www.tudogato.com/2013/01/como-preparar-o-gato-para-viajar.html

Como solução para esse nosso problema, uma nova profissão tem crescido no Brasil - a de Cat Sitter  - ou babá de gatos, mas já é comum nos Estados Unidos e na Europa.

Por isso, hoje vou mudar um pouco o foco dos meus posts para poder falar sobre a Cine Cat Sitter


Apaixonadas por gatos, as produtoras Lu Lopes e Claudia Capelini decidiram começar uma atividade paralela ao cinema. 

Assim surgiu a Cine Cat Sitter, uma associação de cuidadores de gatos que atua na cidade de São Paulo.

Com a missão de garantir o bem estar do seu gatinho, as gateiras assumidas cuidam do bichano no aconchego do seu lar, sem causar estresse algum ao pet. 

Na própria casa do felino, elas se ocupam dos cuidados diários necessários, além de serem uma grande companhia, distraindo e entretendo o animal de acordo com as suas particularidades e preferências.



A Cine Cat Sitter tem a assistência de um veterinário 24hs - o Dr Ivan de Pádua dá a consultoria necessária e, caso haja algum imprevisto, o mesmo pode ser resolvido de maneira rápida e eficiente. 


Uma vez contratado o serviço da Cine Cat Sitter, você receberá na sua casa uma visita de uma das cuidadoras. 

Nessa visita, será colhido o maior número de informações possíveis para que seu gato seja muito bem cuidado. Com um questionário elaborado a seis mãos, não tem como nenhuma informação passar desapercebida.

Conversando com a querida Lu Lopes, em um sábado descontraído, falamos muito sobre as diferentes necessidades de cada gatinho, sobre como cada um tem uma personalidade e exige um cuidado diferente. 

Segundo a Lú, isso tem sido um dos maiores desafios que ela e sua sócia Claudia têm enfrentado nessa nova jornada. 

Por isso, a importância dessa primeira conversa e do questionário. 
Nele, há perguntas sobre as necessidades especiais do pet, sobre sua saúde e alimentação e sobre sua personalidade:
  • se o gato brinca sozinho, ou se apenas quando estimulado.
  • se ele deve ser alimentado apenas uma vez ao dia, ou se a ração pode ficar à vontade.

São alguns exemplos das perguntas que serão feitas.





O ideal é que a Cat Sitter visite sua casa todos os dias que estiver fora, para alimentar e cuidar do bichano. Mas isso será definido nesta primeira reunião, e com base nas respostas desse questionário.

Ainda existe a possibilidade de, se você solicitar, receber fotos do seu gato enquanto está viajando. Assim, você poderá ficar tranquilo de que tudo está sob controle.
Quando voltar, receberá um relatório de como seu gatinho se comportou!

Afinal, dou tantas dicas para deixarmos nossa casa confortável para nossos gatos, que queremos que eles fiquem por lá, não é?



Contatos Cine Cat Sitter



















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Fernanda Frias
twitter: @a_fepa




20 de set. de 2013

Compulsão | Adestrando Gatos



Como lidar com a compulsão em gatos


Gatos e outros pets podem apresentar determinados comportamentos, sem razão efetiva de ser, denominados compulsivos. Nos seres humanos, esse tipo de distúrbio é mais conhecido como obsessivo-compulsivo, bastante estudado e debatido no âmbito da Psicologia. 


Foto de Giane Portal / Fofuras Felinas

Nos animais de estimação, inclusive gatos - foco deste texto - a chamada compulsão pode ser definida como a adoção de comportamentos repetitivos, sem motivo aparente e não vantajosos, que podem, inclusive, levar o bichano a se ferir. São exemplos que costumam ser relatados pelos proprietários: marcha em círculo, ficar paralisado, olhar fixamente para sombras/paredes, ataque à cauda, auto-higiene exagerada, sucção de pelos, ingestão de itens não alimentares, lambedura de objetos ou dos proprietários, e autolambedura excessiva. 

Importante destacar que os comportamentos acima descritos, para serem considerados como compulsivos, devem ser apresentados de forma crônica e bastante evidente. Assim, como saber se determinado comportamento do gato pode ser considerado, efetivamente, como compulsão?


Fotos Giane Portal / Fofuras Felinas



Antes de mais nada, é preciso buscar ajuda de um médico veterinário de confiança. Esse profissional fará toda a avaliação necessária para descartar alguma condição clínica, como possível deflagrador do comportamento. Por exemplo: um gato que esteja se lambendo excessivamente, muito além do que seria o normal para a higiene diária, pode estar com algum problema dermatológico que gera desconforto.

Assim, caso seja diagnosticado algum quadro clínico, é necessário que a condição seja devidamente tratada. Mas, na hipótese dos exames clínicos descartarem qualquer sinal de doença ou problema de saúde, é necessário tomar as medidas para a modificação comportamental.



Agora, por quais motivos um gato pode se tornar compulsivo? Inicialmente, sabe-se que há um forte componente genético herdado, que interfere na parte neuroquímica cerebral. Aliado a esse fato, comportamentos compulsivos podem surgir em razão de estresse excessivo, tais como conflitos, frustração constante e falta de escapes para a apresentação dos comportamentos normais de felinos. 

Situações como estimulação mental e física insuficiente, alterações drásticas na rotina, exposição a situações que, rotineiramente, geram medo, ansiedade, conflito ou frustração, podem deflagrar compulsões que, ao longo do tempo, podem se tornar mais duradouros e frequentes. 



Dessa forma, quando diagnosticado o comportamento compulsivo, uma das medidas é promover enriquecimento ambiental para o gato, ou seja, proporcionar atividades com as quais ele possa se entreter bastante e que sejam adequadas às necessidades da espécie felina. Exemplo: gatos, que são caçadores por natureza e precisam dar vazão a esse comportamento, podem ser estimulados através de brinquedos que liberam comida; área segura e confortável (de preferência em local alto, a ser escalado), onde ele possa observar o ambiente; adestramento; brinquedos que podem ser perseguidos e golpeados.  


É também importante proporcionar ao bichano oportunidade para extravasar sua energia com atividades físicas, especialmente em situações que eles possam escalar e “caçar” sua comida. 

É fundamental verificar se o ambiente e o relacionamento do gato com o dono estão adequados para o comportamento da espécie. 

Gatos submetidos a mudanças drásticas no ambiente e/ou rotina em que vivem podem ficar bastante ansiosos e, consequentemente, estressados. Assim, proporcionar uma rotina previsível ajudará na modificação comportamental.  



Em muitos casos em que o comportamento compulsivo compromete o bem-estar físico do gato, pode ser necessária a utilização de medicação específica, a ser prescrita por médico veterinário de confiança, visando auxiliar na terapia comportamental. 





De toda forma, com paciência e compreensão do problema, é possível controlar um comportamento compulsivo apresentado pelo gato e garantir ao pet uma vida saudável e livre de desconforto!


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Fotos de Giane Portal / Fofuras Felinas 


Texto de Cassia Rabelo Cardoso dos Santos, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Criada por Alexandre Rossi, a Cão Cidadão atua há mais de 10 anos com adestramento e comportamento animal. Oferece adestramento em domicílio, consultas comportamentais, além de uma agenda mensal de cursos e palestras. Tudo isso com muito amor e respeito. Para saber mais sobre a Cão Cidadão, entre em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3571-8138, ou acesse www.caocidadao.com.br.















18 de set. de 2013

'O Rei Leão' | Gato Geek



'O Rei Leão" Musical

Cinco segundos... foi esse tempo que levou pra emoção tomar conta por completo. Apenas o tempo para Phindile Mkhize - a atriz que interpreta a versão feminina do babuíno Rafiki - entoar a plenos pulmões o grito tão famoso "Naaaaaaants ingonyama bagithi Baba" que anuncia o início do espetáculo "O Rei Leão" - o primeiro "gato" que me lembro de ter "amado".




Ao abrirem-se as cortinas, um a um, começam a surgir leopardos, antílopes, aves, girafas e até mesmo um imponente elefante e vão tomando o Teatro Renault. Os animais saem por toda a parte, todos cantando o tema "Ciclo da Vida" (uma das vinte canções que compõem o musical, todas traduzidas e adaptadas por Gilberto Gil na versão brasileira). No palco, um enorme sol começa a surgir nascendo juntamente com o filhote de leão mais conhecido do mundo: Simba, o futuro rei!


Enquanto os animais iam se juntando para celebrar a chegada do pequeno príncipe da savana africana, eu me transportava 19 anos no passado e, sem sequer forçar a memória, me recordava de quando conheci aqueles personagens na sua estreia no cinema, em 1994. 

Quem não se comoveu com a história do leãozinho que, enganado por seu ambicioso tio, Scar, acaba assumindo a culpa pela morte de seu pai e se afastando do reino que seria seu por direito. Me recordo com clareza do êxtase ao sair da sessão; fascinado... lembro dos olhos da minha irmã (com 4 anos na época) que brilhavam de um jeito mesmerizado. Era a primeira vez que ela ia ao cinema. 

Agora era eu, num teatro completamente lotado por gente de todas as idades, que me sentia como uma criança, deslumbrado com toda aquela produção.


E o que se vê no palco justifica o custo de cerca de R$50 milhões (recorde de orçamento no teatro brasileiro, superando até mesmo o valor investido em algumas produções cinematográficas nacionais) e também o fato de ser esse o musical com maior bilheteria na história da Broadway.

Ironicamente, o próprio criador do filme homônimo da Disney, Tom Shumacher,  afirmou durante a coletiva de imprensa de lançamento da peça no Brasil, que achou que adaptar o desenho para um musical era "a pior ideia que ele já tinha escutado na vida" e foi contrário quando a empresa o chamou para a realização. Apesar de hesitar no início, não suportou a pressão e hoje, após 16 anos da estreia nos Estados Unidos, ele credita o sucesso estrondoso à força da trama e na forma como ela foi adaptada para o teatro.




Realmente, tudo foi minuciosamente trabalhado e pensado para tornar crível e ao mesmo tempo belo. "Fiquei com medo de que a montagem fosse algo como os personagens da Disneylândia, vestidos com a cabeça do Mickey Mouse", dizia Julie Taymor, diretora do espetáculo e uma das principais responsáveis pela concepção das máscaras, fantasias e fantoches utilizados na versão teatral. 




E os figurinos chamam mesmo a atenção: enquanto um leopardo adentra o palco e seus gestos demonstram aquele banho tradicional dos felinos, um ator fica completamente visível, mas o que se vê não é um marionete sendo manipulado, mas uma simbiose onde o corpo do ator nada mais é do que uma extensão viva do animal que ele representa - tudo sempre muito bem conduzido por lindas coreografias.




Vestidos com motivos africanos cada personagem traz consigo a essência da savana e contextualiza a história com perfeição.

Os cenários são também fabulosos e garantem à plateia uma experiência única. Criando efeitos muitas vezes tridimensionais, os elementos surgem no palco e te inserem nas locações de forma incrível. Coisas como o movimento da Pedra dos Leões e mesmo a árvore de Rafiki criam interatividade e dinâmica, quase como uma rotação de câmera que só o cinema poderia proporcionar. Destaque para a cena do desfiladeiro (uma de minhas maiores curiosidades) que foi adaptada com inteligência ímpar e é um dos momentos mais épicos e bonitos do espetáculo.


A história é bastante fiel à original do cinema, com alguns pequenos ajustes que só fortaleceram ainda mais o enredo. E a atuação do elenco que conta com mais de 50 atores (média bastante superior aos padrões da própria Broadway) é elogiável. 

Foram necessárias 6 audições para escolher aqueles que atuariam, escolhidos pessoalmente pelos diretores da produção original. Tudo para manter o alto nível, bem como o clima e o padrão da versão americana. Competentes vocalmente, versáteis e carismáticos, cada um tem papel fundamental no desenvolvimento da peça. Há acrobatas, bailarinos e cantores sempre acompanhados pelos característicos sons e ritmos da África. 

O que garante momentos únicos como os solos de Nala e Rafiki e também o dueto de Simba e Nala na canção inesquecível de Elton John "Can You Feel The Love Tonight".




"O Rei Leão" emociona, mas também diverte. Assim como no filme, Timão e Pumba são os responsáveis pelas melhores cenas de humor com Ronaldo Reis e Marcelo Klabin nos papeis, respectivamente. A atuação de Rodrigo Candelot como o conselheiro do rei, Zazu, também merece elogios, tornando o pássaro mais interessante do que era no cinema.




É entretenimento de primeiro nível, pra família toda e tem previsão de ficar em cartaz até o final do ano (podendo ser prorrogado até o ano que vem).


SERVIÇO:
O REI LEÃO
De quarta a sexta, às 21h; 
Sábados, às 16h30 e às 21h; 
Domingos, às 15h30 e às 20h
Teatro Renault -  São Paulo
(Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista)
Preços variam de R$ 50 a R$ 280
CLASSIFICAÇÃO LIVRE

Mais informações:
www.oreileaoomusical.com.br/


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Alison
twitter: @menino_magro






13 de set. de 2013

6ª Feira 13 | TOP BLOG 2013!

Na 6ª feira 13, vote no Tudo Gato para o Prêmio TopBlog 2013!!!



Vote aqui >> http://www.topblog.com.br/2012/index.php?pg=busca&c_b=35406




Pixie-bob


Este gato inteligente com o olhar do lince selvagem tem a personalidade amorosa do gato doméstico. Muitas vezes chamado de cão fantasiado de gato, o Pixie-bob é dedicado à sua família e pode ser ensinado a andar com uma coleira e guia para passear. 




História
Há muitas histórias conflitantes sobre a origem desta raça.

Lendas: a maioria dessas lendas giram em torno da ideia de que o Pixie-bob se originou de um acasalamento entre linces selvagens e gatos domésticos. Geneticamente impossível, mas continua a ser uma história popular.

História real: na primavera de 1985, Carol Ann Brewer comprou um gatinho macho manchado, com a cauda curta, e com polidactilia (dedos extras) de um casal, na Cordilheira Cascade no Estado de Washington, Estados Unidos. No ano seguinte, ela resgatou um macho com uma cauda curta e o nomeou Keba.

Em abril de 1986, uma vizinha chamada Maggie lhe ofereceu uma ninhada de lindos e diferentes gatinhos e Carol Ann pegou uma fêmea com um olhar selvagem, nomeando-a Pixie. 

Após o cruzamento dos machinhos de cauda curta com a Pixie, foi documentado um padrão que representava os traços que seriam constantemente reproduzidos e surgiu a Pixie-bob - raça incipiente na memória de seus gatos originais.


O melhor da raça, segundo a TICA.

Em 1993, Carol Ann teve contato com a The International Cat Association (TICA) para iniciar o reconhecimento por estes gatos de características únicas - um ano depois, a TICA aceitou o Pixie-bob para exposições. 

Em 1997, foi concedido o estatuto de campeonato que começa com o show da temporada de 1998. Zeus foi o primeiro Pixie-bob a ganhar um prêmio internacional. 

Pixie-bob foi aceita por: CCA (Canadian Cat Association), TCA (Traditional Cat Association) e TICA (The International Cat Association).





Aparência

Peso
Os machos pesam entre 5 a 7 kg, enquanto as fêmeas ligeiramente menores variam de 3 a 5 quilos. 

Cabeça 
Seus rostos são semelhantes ao lince selvagem com a forma de uma pera invertida, um queixo carnudo e grosso, e um nariz largo e ligeiramente convexo. Eles também têm uma testa pesada sobre seus olhos.

Orelhas
As orelhas são médias, altas e largas, arredondadas nas pontas e são fixadas na lateral, com uma ligeira inclinação para fora.

Olhos
Os olhos são profundos, de tamanho médio, com as sobrancelhas espessas, que dão a aparência de que o gato está sonolento ou que tenha olhos parcialmente fechados. Os olhos são azuis quando filhotes, em seguida, mudam para o verde ou o ouro. Verde groselha é aceitável, mas não o preferido.




Corpo 
São de tamanho médio a grande, têm ossos largos e musculatura forte, com um peito largo e bem desenvolvido. As escápulas proeminentes, que lhes dá uma marcha de rolamento como um gato selvagem.

Pelagem
Vêm em versões de pelo longo e pelo curto - uma pelagem dupla, espessa, com uma textura de lã, dando-lhe uma sensação acolchoada quando acariciado. Padrão de crescimento para baixo, dando uma aparência de costeletas.
A pelagem dos gatos de pelo curto é macia, lanosa, resistente ao toque e o pelo do ventre é mais denso que outras partes do corpo. 
A pelagem dos gatos de pelo longo é semi-densa, com o pelo do ventre maior do que o resto do corpo. Suave e encontra-se mais rente ao corpo do que o de pelo curto. 


Pixie-bob de pelo curto.
Pixie-bob de pelo longo.


Patas 
Eles têm patas pesadas, com as patas posteriores ligeiramente maiores que as anteriores, com dedos longos e grossos. Polidactilia (dedos extras) é permitido, com sete dedos no máximo, por pata. As patas devem estar em linha reta quando visto de frente. Todos os dedos devem apontar para frente e encostar-se ao chão.

Polidactilia 
Gatos normalmente têm cinco dedos nas patas anteriores e quatro nas posteriores. Gatos com Polidactilia têm mais dedos que o convencional. 50% dos Pixie-bobs tem Polidactilia, e é a única raça que permite essa característica.

Cauda
O comprimento mínimo da cauda de um Pixie-bob é de 5 cm. A cauda é freqüentemente dobrada ou com nós, mas deve ser completamente flexível e mover-se naturalmente.


Saúde e Predisposição a Doenças

De acordo com os criadores, Pixie-bob não têm problemas de saúde ou doenças hereditárias relacionadas com a raça, e os mesmos estão trabalhando para mantê-lo dessa maneira. 
Pixie-bob não deve receber a vacina contra Leucemia Felina, uma vez que alguns criadores dizem que essa vacina aplicada lhes causou reação, o que levou alguns exemplares a óbito.



Cuidados


Tempo sozinho: 4 a 8 horas por dia.

Atenção: precisa de atenção média.

Escovação no pelo
Pelo curto: pouca escovação necessária.
Pelo longo: uma vez por semana.

Manter vermifugação e vacinação em dia e seguir todas as orientações dadas pelo médico veterinário.

Uma dose enorme de amor e de carinho por toda a vida.



Comportamento / Temperamento

O olhar selvagem do Pixie-bob não reflete a personalidade da raça. Seu temperamento varia, dependendo de suas linhagens e cruzamentos, mas em maioria são inteligentes, sociais, ativos, descontraídos, doces, fiéis, amorosos e confiáveis.
Um grande companheiro para as crianças e uma boa companhia para outros animais de estimação. 

Ligam-se fortemente com as suas famílias e facilmente aprendem a buscar objetos e andar junto ao dono. Geralmente não criam vínculo com apenas uma pessoa em especial, mas com todos os membros da família.

Ele é um jogador, sem ser um gato hiperativo.




Notas

Apesar de todas as qualidades de um gato de raça, um vira-latinha apresenta milhões de qualidades que o farão tão ou mais especial que qualquer gato de raça pura.
Pense sempre em adotar um gatinho. Não existe um ato de amor tão especial, quanto a adoção. Seja adulto ou filhote, não compre, adote.
Peço que, por favor, após a leitura do artigo, curtam esta matéria no Facebook, no Twitter e no Google, ajudando o blog a crescer, e estar cada vez melhor!

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MV Marcelo Samegima Aleixo
e mail e MSN: msaleixo@hotmail.com









11 de set. de 2013

Tudo Gato | TOP BLOG 2013!

Vote no Tudo Gato pro Prêmio TopBlog 2013!!!

Em 2011, fomos TOP1! Contamos com você para faturarmos mais uma vez!

Vote aqui >> http://www.topblog.com.br/2012/index.php?pg=busca&c_b=35406





“Angel Cats” é um livro com várias histórias compiladas - em cada uma delas, aprendemos mais sobre o amor entre gatos e seus donos e podemos ver o quanto esses felinos são especiais, amorosos e sensitivos.


Gatos Anjos - Divinos Mensageiros de Conforto

Os autores Linda e Allen Anderson são um casal de protetores de animais, fundadores da “Angel Animals Network”, uma organização que protege animais e também promove vários cursos sobre diversos assuntos relacionados ao Mundo Animal.


"Amantes de Gatos, seu segredo foi revelado, Agora, todos vão saber porque vocês são loucos por Gatos!" - Linda e Allen Anderson


Neste livro, temos lindas histórias envolvendo gatos. 'Angel Cats' é dividido por assuntos, apresentando gatos que apareceram na vida das pessoas com um propósito, gatos que são extremamente sensitivos e tem até um poder curativo, a convivência e as brincadeiras de um gato que podem mudar nossas vidas, as lições de vida que as pessoas aprenderam com seus gatos. 

Cada capítulo traz umas cinco histórias, em média, algumas fofas, outras divertidas e quase todas muito emocionantes.

Uma das que mais me emocionou foi a que inicia o livro, que traz a história de um gato com má-formação genética que conseguiu sobreviver e conscientizar as pessoas acerca das diferenças e deficiências entre os seres humanos.


Os gatos dos autores: Cuddles e Speedy

E a história do gatinho Paprika, que viveu durante a Segunda Guerra, protegendo uma menina húngara durante os períodos mais difíceis da sua vida. O amor entre a menina e Paprika é tão lindo, tão forte, que é impossível não se emocionar.

Cuddles, o colunista de 'Angel Cats'
Fora as fotos fofas, quase todas as histórias vem com uma foto do gatinho (eu não sei vocês, mas eu adoro ver fotos de gatos, rs.)


Cuddles (à esquerda) tem, dentro dos capítulos do livro, sua própria coluna de conselhos para deixar os leitores inteirados dos segredos felinos e de como os gatos realmente pensam.


Este foi um dos melhores livros que li sobre os felinos que tanto amamos. 
Nele, lemos sobre o companheirismo, a amizade, o amor incondicional e todas as outras qualidades que nós já sabemos que nossos gatinhos tem, mas que, infelizmente, muita gente que tem preconceito contra gatos ainda não sabe.



Concluí a leitura com a mais plena certeza de que os gatos são animais divinos, movidos por amor, cheios de mistérios e extremamente sensitivos, mas que – acima de tudo – amam seus donos!

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Laura
@GatosBiblioteca







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